Perfil de Augustoarquivo de memóriasBlogListasLibro de visitasMás Herramientas Ayuda

Blog


02 noviembre

Tende piadade

                 

30 octubre

Olhe bem

               

 

Nós temos o poder de mudar tudo:porque vivemos ainda num mundo destes?

21 octubre

Só para rir

   

09 octubre

Se nós desistirmos...

 

 

Aquecimento Global: se nós desistirmos, eles desistem

Não sei o nome do(s) seua autores, mas esta campanha sobre o aquecimento global está perfeita.Passou na TV. Foi pena ser tão poucas vezes.

 

 

08 octubre

.

COMENTÁRIOS? SERÃO NECESSÁRIOS

   

  Os portugueses que não tenham memória curta em 2009 terão a oportunidade de NÃO AUMENTAR A VOTAÇÕA NESTA POLITICA DE MENTIRA:

Menina dos Olhos Tristes

  

 

Sempre actual esta música remete-nos para um tempo de dor.

Hoje a razão desta dor volta com  força, e rouba mais um pouco de mim. 

27 agosto

Hino de Gandembel

  

 

Lembrar na música a guerra colonial.

 

Queixa das Almas

 

A Cantiga é uma Arma

 

Canções de Abril

 

23 agosto

Eu Vim de Longe

 

O Povo Unido

 

E Depois do Adeus

 

Uma Gaivota

 

Hino Mocidade Portuguesa

  

 

Hino da Mocidade Portuguesa


Lá vamos, cantando e rindo
Levados, levados, sim
Pela voz de som tremendo
das tubas, — clamor sem fim

Lá vamos, (que o sonho é lindo!)
Torres e torres erguendo,
Rasgões, clareiras, abrindo!

— Alva da Luz imortal,
Roxas névoas despedaça
Doira o céu de Portugal!

Querer! Querer! E lá vamos!
— Tronco em flor, estende os ramos
À mocidade que passa

Cale-se a voz que, turvada,
Já de si mesma se espanta;
Cesse dos ventos a insânia,
Ante a clara madrugada,
Em nossas almas nascida:
E, por nós, oh Lusitânia,
— Corpo de Amor, terra santa —
Pátria! Serás celebrada;
E por nós serás erguida;
Erguida ao alto da Vida

Querer é a nossa divisa;
Querer, — palavra que vem
das mais profundas raízes:
Deslumbra a sombra indecisa
Transcende as nuvens de além...
Querer, — palavra da Graça
Grito das almas felizes

Querer! Querer! E lá vamos
Tronco em flor estende os ramos
À Mocidade que passa.

  

 

 

Mário Soares

 

07 agosto

Havemos de Voltar

 

Havemos de Voltar

Poema de Agostinho Neto

 

  

04 agosto

Bem fresca

  

03 agosto

Menina dos olhos tristes

   

Era à noite que o regime fascista, “desembarcava” os seus homens tombados nas três frentes da odiosa guerra colonial.

 

Tivemos a desditosa missão de “enviar” um dos muitos camaradas tombados da nossa companhia.

Foi uma dolorosa despedida.

A urna depois de fechada era colocada dentro de um caixote de tábuas cruas e enviado para a metrópole (Portugal Continental).